UNIFESO e OAB promovem curso sobre o novo CPC

O Centro Universitário Serra dos Órgãos (UNIFESO), em parceria com a Subseção Teresópolis da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), promoveu o curso “Visão Panorâmica do novo Código de Processo Civil (CPC)” entre os dias 11 e 18 de março. Os temas foram: Abordagem Introdutória, Princípios Gerais, Rito Único, Novos Procedimentos, Incidente de resolução de demandas repetitivas, Incidentes de assunção de competência e Recursos. O curso foi ministrado pelo professor Rubens Soares Sá Viana Junior.
 
“Como muitos deixam para examinar essas matérias depois da entrada em vigência, o curso tem essa finalidade de quebrar o impacto do novo CPC. Também ajuda a reunir a comunidade jurídica — advogados, estudantes, juízes e professores — para debater a lei, verificar os avanços, problemas e ajudar a população”, destaca o professor Rubens Soares Sá Viana Junior.

As técnicas agrícolas e os impactos ambientais - Rogério Luiz A. Franco

Nos dias atuais, todos pensam em ter uma alimentação saudável. Frutas, legumes e verduras  devem fazer parte da alimentação das famílias. Mas você já parou para pensar em quantos tipos de técnicas agrícolas nós temos e no impacto que elas causam ao meio ambiente? Que tal conhecermos o funcionamento de cada uma delas?

AGRICULTURA CONVENCIONAL – é um modo de agricultura em que prevalece a busca da maior produtividade, através da utilização intensa de insumos externos, o que a curto prazo traz resultados econômicos visíveis como aumento da produtividade e eficiência agrícola. Embora o aumento da produtividade diminua a migração rural e melhore a distribuição de renda, ela provoca sérios danos à natureza a longo prazo. Esses danos são causados pelo utilização, de forma intensa, de recursos não renováveis, monocultivos contínuos e utilização de produtos agroquímicos que não são facilmente eliminados.

Edital para Representante Docente e Discente

Edital de Convocação de Representante Discente e Docente do Conselho do Centro de Ciências Humanas e Sociais.

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Discente (PDF) - Docente (PDF)

Libertas Quæ Sera Tamen - Roberta Montello Amaral

Neste mês meu artigo recorre à expressão impressa na bandeira do Estado de Minas Gerais para fazermos uma reflexão sobre o momento econômico que vivemos

Acabei de terminar a apuração da inflação de fevereiro em Teresópolis e, conforme os dados levantados pelos estudantes dos cursos de Administração e Ciências Contábeis do UNIFESO, a inflação medida pelo IPC-FESO em fevereiro apresentou um acréscimo de 0,56% que, apesar de ser uma elevação, ainda está bem abaixo do verificado em dezembro (6,4%). Este valor foi impactado diretamente pelo acréscimo de alguns produtos agrícolas que, historicamente, respondem por elevações nesta época do ano, como por exemplo o alho. Nos últimos 12 meses a variação do IPC-FESO alcançou 17,34%, valor bastante parecido com o verificado no mês anterior e ainda bem acima do teto oficial de 6,5% estabelecido para a inflação.

A análise do valor da cesta básica também não foi diferente: apesar de uma leve desaceleração o IPC/CB-FESO totalizou R$ 403,45, valor 1,5% inferior ao verificado em janeiro e 0,8% mais elevado que dezembro; nos últimos 12 meses a variação do valor da cesta básica em Teresópolis foi de 21,1%.

Advocacia Humanitária - Cláudia Aguiar Britto

Etimologicamente, “advogar” tem sua origem no latim advocare, que significa acudir, proteger, interceder por alguém. No direito arcaico, o advogado (ad-vocatus) era aquele que era chamado para ajudar quando necessário. Nos longevos períodos da civilização humana, o exercício da advocacia sempre representou a força motriz que protegia e auxiliava os mais vulneráveis e desprotegidos, fosse intervindo nos julgamentos, defendendo seus direitos ou até mesmo evitando conflitos de interesses. O advogado tinha, assim, grande valor na resolução dos assuntos, primeiramente na Grécia antiga, onde o cidadão poderia receber o auxílio de um amigo (amici) que lhe ajudasse nas suas explicações perante os juízes.

Novo ano letivo, bem-vindas disciplinas semipresenciais - Carmem Quintana

Você nem bem iniciou sua vida como universitário ou apenas sonha em um dia chegar lá e já ouve nomes bem estranhos: aprendizagem ubíqua, disciplina semipresencial, netiqueta, linguagem dialógica... O que é isso? Afinal você sempre procurou um curso presencial e espera uma sala de aula convencional com um professor lá na frente explicando os conteúdos. Acredita  até que exista um pouco de novidade no ensino superior, mas... que mudanças são essas? 

Várias, meu caro (futuro) universitário. Vamos começar pela mais esquisita: aprendizagem ubíqua. O nome é estranho, mas seu significado diz muito, pois ubíquo é aquilo que está ou pode estar em toda parte, ao mesmo tempo. Começou a fazer sentido? 

Que tal um exemplo? São ubíquas as redes de dados que integram sinais de Internet, TV, rádio e vários dispositivos móveis.  Até aí tudo bem, mas e a vida universitária? Por que agora você aprenderá assim?

A colheita - Roberta Montello Amaral

 

O último trimestre de 2015 foi bastante conturbado. Parece que conseguimos criar uma máquina do tempo e voltamos cerca de 30 anos, direto para o meio da década de 80 e início dos anos 90. Voltamos a uma crise com preços em aceleração e perspectiva de baixíssimo crescimento (talvez até retração) do PIB. Mas quando entramos em um novo ano costumamos renovar nossas energias e esperanças. Sendo assim, o que precisamos buscar neste novo ano que começa?

O primeiro passo é lembrar da velha, mas atual, expressão que guia os economistas: “Não existe almoço de graça”. Se não existe nada “de mão beijada”, então é preciso reconhecer nossos erros do passado para buscar um meio de corrigi-los e, então, sair da crise. Nossa situação não é fruto do acaso, contribuímos, e muito, para chegar a esta situação.

Quer ver como tenho razão? Quem nunca desejou passar em um concurso público? Quem não conhece alguém beneficiado pelo programa Bolsa Família? Quem não recomendou a um amigo ou parente que buscasse um empréstimo imobiliário na Caixa Econômica porque ela tem juros menores? Quem não incentivou um conhecido a usar financiamento estudantil (FIES) ou uma bolsa do governo (PROUNI) para garantir sua vaga na universidade? Quem não tentou burlar o pagamento de impostos? Pois bem, tudo isso junto (e mais algumas coisas, é claro), contribuiu para chegarmos onde estamos. E qual seria a solução?

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